Em comum: o que os acusados nas delações da Lava Jato tem em comum

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É interessante ouvir as denuncias contra cada partido e políticos que operam em Brasília. Primeiro, se a denúncia é contra o PT, os do PMDB e PSDB ficam felizes e juram de pé junto que tudo dito nas delações é verdadeiro; se as delações são contra o PSDB e PMDB, os do partido do PT e aliados fazem passeatas afirmando ser verdade tudo o que o delator falou.

O que eles têm em comum: quando todos são acusados afirmam de pé junto que são injustiçados, que os delatores estão mentindo, que estão sendo perseguidos. Por fim, afirmam: “Acredito na justiça!”

A situação parece está incontrolável no Brasil. Mas há uma crença na população brasileira, de que a presidente do Supremo Tribunal Federal – STF – a ministra Cármen Lúcia venha a assumir a presidência do Brasil, e assim consiga mudar a cara de nossa história.

Mas há algo muito importante a aprender com esse lamaçal todo. Nós eleitores precisamos deixar de vender os nossos votos. Votar no candidato, pelo seu trabalho desempenhado. Pois se deixamos de pedir ao candidato favores pessoais em troca do voto, esses não terão motivos para granjearem dinheiro corrupto para tentarem serem eleitos.

Na sujeira de agora estão os grandes nomes da política brasileira. São eles: Lula, Dilma, Temer, Aécio, José Serra, José Sarney, Eunício Oliveira – presidente do senado -, Renan Calheiros – ex-presidente do senado -, Romero Jucá, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Henrique Alves, Rodrigo Maia – presidente da Câmara Federal -, e tantos outros. Não citaremos os que estão presos por já estarem encarcerados.

Aí fica a pergunta: em quem votar para presidente do Brasil, para o senado e para deputado federal? Respondemos: naquele que não paga pelo nosso voto, que trabalha em favor de seu Estado e de sua gente. Que faz da política um caminho que melhora os índices sociais, que promove o crescimento de nossa cidade, Estado, de nossa nação. Que engrandece nosso País.

 

Laurivan de Sousa