Deputados estaduais participam de debate sobre violência na Câmara de Mossoró

A criminalidade no Rio Grande do Norte cresce a cada dia. Em Natal e no interior, os casos assustam e a sociedade cobra alternativas para minimizar as ações dos criminosos. Para debater a situação na segunda maior cidade potiguar, Mossoró, haverá uma audiência pública nesta quinta-feira (16), às 14h com participação dos deputados estaduais Gustavo Fernandes (PMDB) e Larissa Rosado (PSB).

Proposto pela Câmara Municipal, a discussão foi motivada pelos recentes casos de violência na “Capital do Oeste”, principalmente a chacina em que cinco pessoas foram mortas durante em um baile funk no bairro Boa Vista. Somando esses casos, que ocorreram no sábado (11), a crimes anteriores, a região Oeste do estado já tem 111 homicídios em 2017, um número 24,7% superior ao do mesmo período do ano passado.

“A cada dia que passa, mais os veículos de comunicação noticiam a falta de segurança no Estado. A insegurança está cada vez mais perto. Antes os relatos eram distantes, agora a violência atinge um primo, um pai, uma mãe, um irmão, uma irmã, isso quando não é a gente mesmo. Precisamos encontrar uma solução. O Oeste potiguar sofre ainda mais com essa insegurança por vários motivos. Nas últimas semanas acompanhamos registros de ataques a prefeituras, a veículos oficiais, além de dezenas de assaltos e homicídios. Precisamos nos unir e tentar encontrar uma solução para esse problema”, aponta Gustavo Fernandes.

A deputada Larissa Rosado também comentou a situação da insegurança no Rio Grande do Norte. Para ela, é preciso que medidas enérgicas sejam tomadas imediatamente. “É necessário que o estado intervenha e retome o controle da situação de violência que amedronta as famílias. O Governo silenciou e nada falou sobre a tragédia ocorrida em Mossoró. Não basta conseguir encontrar os responsáveis pelos homicídios. Antes, é preciso descobrir suas causas e atacá-las”, disse Larissa. “A audiência é extremamente importância para a discussão de medidas urgentes a serem tomadas quanto a essa situação alarmante que vive a cidade”, completou.

 

Assessoria